Custo alto de tratamento alternativo de doença em órgão faz com que paciente de baixa renda se sujeite a risco de morte e infecção”Quanto menor a renda familiar e o grau de escolaridade da mulher, maior é a chance dela passar por uma histerectomia (retirada do útero) na rede pública, revela um estudo do Instituto de Medicina Sodial da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

No SUS, a histerectomia é a segunda cirurgia mais freqüente entre as mulheres em idade reprodutiva, só perdendo para as cesáreas. Em 2005, foram feitas 112,2 mil retiradas de útero, ao custo de R$67,5 milhões. Os sistemas privado e suplementar não têm esses dados.”

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