Refletindo sobre a maneira mais prática e didática de proporcionar orientação à mulher, o ginecologista e obstetra Cláudio Basbaum criou em 1996 a Pró-Matrix, entidade voltada à conscientização da mulher com respeito ao seu corpo e sua saúde.

A equipe da Pró-Matrix é formada por profissionais alinhados com a chamada medicina integral, tendência moderna que ganha cada vez mais adeptos. Por meio de discussões, palestras, debates e entrevistas em órgãos de comunicação, e em consulta com as próprias pacientes, tentamos buscar conscientização através de uma visão holístisca da mulher.

Além de questões como TPM (tensão pré-menstrual), adolescência, anticoncepção, planejamento familiar, gravidez, climatério, menopausa, doenças sexualmente transmissíveis, prevenção e diagnóstico precoce do câncer ginecológico, tratamento conservador dos miomas uterinos e do sangramento uterino anormal (menstruação excessiva ou prolongada), temos especial atenção às cautelas a serem tomadas quando a mulher se vê diante de uma cirurgia ginecológica agressiva — como na endometriose profunda–, ou radical, pela retirada do útero e dos ovários.

Essa prática, cuja necessidade é muitas vezes discutível, tem ocorrência ainda surpreendentemente alta, no Brasil e no mundo.

Visando contribuir para reverter esse quadro, a Pró-Matrix surgiu como uma instituição que acolhe a mulher, ajudando-a a gestar decisões e orientando-a, como amiga experiente, na escolha da solução mais racional e científica para seus problemas.

A proposta da Pró-Matrix está, por isso, centrada em proporcionar a quem a procura um tratamento integrado, holístico, que ajude a paciente a lidar com suas preocupações e ansiedades, fazendo-a sentir-se em segurança e superar a crise na qual naturalmente se encontra.

Seu ideário, aplicado rigorosamente desde a sua fundação, centra-se em três pontos fundamentais:

  1. Buscar novos caminhos com o objetivo de tratar não só a doença, mas assistir e orientar o ser humano com um todo.
  2. Transcender o contexto da saúde física, auxiliando a mulher no seu bem-estar global.
  3. Institucionalizar o salutar conceito da “SEGUNDA OPINIÃO” quando a mulher está diante de uma proposta cirúrgica radical.

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